
Love LetterDear Alcohol, Copiado por someone 00h36 Filtro de Água BrastempHipopotamo Zeno Acorda, mané! Tu comprou uma assinatura de água!!!! Se já não bastassem as assinaturas do celular, do telefone fixo, da TV a cabo, do provedor de internet, da banda larga, do gás, da luz elétrica, etc-esqueci-mas-tem-mais, agora descobriram uma nova maneira de extorquir caraminguás da rapaziada de boa índole e orçamento apertado. Nossa humilde sugestão: compra um filtro de barro, rapá!, desses xexelentos da sua infância, à venda nas piores feiras livres da sua cidade. Ou aqueles de parede, com refil do famoso "elemento filtrante", que funcionam bem à beça e servem até pra você encher as forminhas de gelo e não beber uísque turvo. Mas não, pelamor, não faça uma assinatura de água. Seu gerente, precocemente careca aos trinta anos, sua mãe, que sempre bebeu água da torneira, seu tio, que limpa com paciência aqueles tubos nojentos de 20 litros, seu cachorro, que sabe-se lá por que só bebe água em potes de alumínio, enfim, todo mundo ao seu redor agradecerá. Pode confiar. P.S.: Sempre tivemos aversão às cruzadas cívicas feitas por manés para manés, como aquelas que a Rádio Jovem Pan ou a Eldorado promoviam com criativos adesivos de carro nos anos noventa ("Eu já fui assaltado", "Eu me envergonho dos vereadores de SP", "Eu plantei uma árvore no Tietê", etc). Esta é uma delas. Mas como testemunhamos um reluzente aparelho Brastemp recém-instalado na cozinha do Tio Ethan, nosso mais azedo comentarista aqui do blog, pensamos: se ele, o cruel dentre os cruéis, o vil dentre os vis, caiu, então quantas almas boas não cairão? Copiado por someone 21h33 Desista.Se não gostou do título, desista. Quem foi que disse que não se compra um livro pela capa? Ou que não se lê um texto pelo título? Bom, se não desistiu, ainda é tempo. Ou quem sabe mais pra frente. Desista. Vou repetir muito essa palavra nesse texto. Meu intuito, no final das contas, é fazer com que você desista. Desista. Então, você quer trabalhar com publicidade? Desista. Todos os anos, milhares de pessoas como você tentam entrar no maravilhoso e glamuroso mundo da publicidade. Eu disse milhares, percebeu? São pessoas que, como você, odeiam números (não poderiam nunca ser engenheiros, matemáticos, astrônomos, físicos nucleares, vendedores de título de capitalização), desmaiam quando vêem sangue (fazer medicina, veterinária, enfermagem ou virar açougueiro, nem pensar) odeiam estudar demais (direito, administração, economia, e qualquer outra profissão que exija um mínimo de esforço ou um teste para se formar estão fora de questão) e querem ganhar dinheiro rapidamente sem trabalhar demais. Desista. Como eu já disse, são milhares de folgados como você. Talvez com um pouco de esforço, você se torne um caolho numa terra de cegos, mas isso nunca fará de você um rei. Desista. Se você escolheu publicidade como sua profissão, deve ser de uma família relativamente estabilizada na vida e pode ser sustentado pelo papai até os 30. E um dia quem sabe, até virar herdeiro. Mais fácil, não? Desista. Você acha que tem o dom, muito jeito pra coisa? Desista. Bom, se você não se abalou com aqueles pseudo-insultos do primeiro trecho do texto e continua a ler, parabéns. Há outros motivos para desistir. Vamos falar das possibilidades por exemplo. O mercado publicitário é um ovo. De codorna. Não pelos seus atributos viris, mas sim pela dimensão. Se pensarmos que a maior agência do Brasil não suporta mais de 300 funcionários (contando com os seguranças, copeiras, ascensoristas, pessoal do administrativo e financeiro, mídia e todas aquelas áreas que não servem pra nada), já podemos ter uma idéia de como vagas são mais raras do que neurônios em cabeça de cliente. Claro, existem muitas agências pequenas, mas nessas, quem quer trabalhar? Todo mundo quer trabalhar na criação da Almap, ou da DM9, ou de uma agência que valha a pena. Eu nunca ouvi alguém me dizer que entrou na faculdade de publicidade por que sonhava em ser mídia da J. Cocco. Enfim, as vagas são pouquíssimas e dificilmente você vai conseguir chegar perto de qualquer coisa que possa parecer um sonho de emprego. Talvez nem mesmo de um pesadelo. Desista. Na Volkswagen trabalham mais de 20.000 pessoas, lá deve ter uma vaga pra você. Você tem talento. Não é um folgado. É batalhador. Desista. Vamos supor que você ainda não tenha desistido de ler este texto e até consiga um estágio numa agência. Por méritos próprios, claro. Porque se você conseguiu entrar porque é filho/parente/vizinho/amigo de alguém da agência ou do cliente, desista. Isso pode até te colocar lá dentro, mas só vai fazer com que você tenha uma vida lastimável. Ninguém gosta de "peixe". Mesmo que você mereça ou seja competente, sempre será visto como alguém que precisa de um pistolão pra conseguir o que quer e nunca será respeitado. Se era assim que pensava em entrar, desista. Voltando ao exemplo do pobre sofredor que, por méritos próprios, conseguiu entrar numa agência interessante, até que grande, com contas boas. Aproveite e faça amigos. Afinal, depois de um ano como estagiário (esqueça, você não vai ser efetivado) é só o que você vai conseguir por lá. Emprego, dinheiro, promoção.desista. A realidade das grandes agências é mundialmente complicada. Pro diretor de criação da BBDO de Kuala Lumpur contratar um estagiário, mesmo que ele seja o ó do borogodó, ele tem que pedir autorização para o Diretor de Criação da BBDO Ásia, que vai pedir autorização para o Diretor Financeiro da BBDO Ásia, que vai pedir autorização para o Diretor Mundial de Operações da BBDO, que vai mandar um fax para o Diretor Financeiro da Omnicom que vai colocar o fax em cima da mesa do Presidente Mundial da Omnicom, que, ao ler aquele fax vai colocar junto com os outros todos pedidos de efetivação ou contratação de gente numa pasta e depois vai mandar um e-mail para todos os funcionários do grupo Omnicom, que controla a BBDO, a DDB e outras tantas, dizendo que "estamos num momento de crise mundial e que nenhum funcionário deve ser contratado sem a prévia autorização pessoal dele e que o ideal seria que os quadros fossem reduzidos em 20%. E que os lucros crescessem pelo menos 15%." Sem comentários. Desista. Criar campanhas, defender marcas, promover cases de comunicação. Desista. Embora queira pular no meu pescoço por eu ser um derrotista, um pessimista, um recalcado que nunca conseguiu trabalhar na criação da Almap (onde você também não vai conseguir), você ainda continua a ler. Acho bom, pois eu ainda tenho argumentos para fazer com que você não perca tempo (como o que está perdendo agora lendo esse texto) e desista. Vou deixar de dar minha humilde opinião para deixar que você mesmo chegue às suas conclusões. Só peço que você se faça uma pergunta: por que diabos você quer trabalhar com publicidade? Dinheiro? Desista. Foi-se o tempo em que se ganhavam salários fabulosos nesse mercado. O mais provável é que você talvez chegue na casa dos R$ 1.500 mensais (sendo muitíssimo otimista) e por lá fique o resto da vida. É mais provável ganhar dinheiro com aquelas propostas que dizem "Ganhe dinheiro a partir de casa" do que com publicidade. (continua em baixo) Copiado por someone 12h52 Fama? Sucesso? Desista. Pergunte para qualquer pessoa normal se ela conhece algum publicitário. Talvez ela cite o Olivetto, ou o Nizan, no máximo o Roberto Justus. Marcello Serpa? Nunca ouviu falar. Publicitário só é famoso no meio. Não me parece que ser conhecido por um número de pessoas que não encheriam o estádio do Capiberibense de Mossoró seja o ideal de alguém que queira ser famoso. Realização profissional? Essa é a mais engraçada. Desista correndo. Trabalhar com publicidade é das coisas menos interessantes e relevantes que existem. O que as pessoas fazem quando vêem TV e começam a passar os comerciais? Trocam de canal. O que fazem na revista quando vêem um anúncio? Viram a página. Outdoor vá lá, parado no trânsito a gente até vê. Mas porque é obrigado, não porque quer. É um trabalho que só é importante pra quem faz. Nem quem aprova e paga aquilo liga de verdade pra isso. Os clientes (por si só, um dos maiores motivos pra se desistir de pensar em trabalhar com publicidade) fazem de tudo para que os anúncios sejam cada vez menos interessantes e relevantes. Isso porque a vida deles gira em torno de um sabonete, de um cigarro, de um carro. É, existem coisas menos interessantes pra se fazer do que trabalhar em agência. Ser cliente é muito mais estúpido. Já pensou poder contar pros seus netos que durante dez anos da sua vida você só falou de sabonete? Prêmios? Claro, aí tenho que dar o braço a torcer. Quem é que não quer ganhar uma estátua dourada breguíssima com a cabeça de um leão que nem pra segurar livros serve? Experimente dizer pra alguém que não conhece publicidade que você já ganhou dez leões em Cannes. Provavelmente a pessoa, depois de tentar entender porque diabos você está falando com ela, vai dizer. "Coitado, dão muito trabalho? Manda pro zoológico.". São prêmios inúteis, que são bem um reflexo da profissão. Já pensou se um cientista ganhasse o prêmio Nobel com uma pesquisa que não deu certo, mas que se desse, seria ótima? Uma pesquisa fantasma? Ou um ator que ganhou o Oscar por um filme que não foi rodado, mas que se fosse, seria fantástico? São prêmios e mais prêmios, todos pra tentar fazer com que as pessoas que trabalham com isso achem que, afinal de contas, não são tão inúteis. É a famosa terapia do auto-engano. Fazer a diferença? Desista. Um médico faz a diferença. Salva vidas, cura se for bom, mata se for mal. Um engenheiro, um arquiteto, ao construírem uma casa, um edifício, seja lindo, seja horroroso, fique de pé ou caia, fazem a diferença. São coisas palpáveis. Úteis. Necessárias. Uma professora faz a diferença. Um gari. Um flanelinha. Uma puta. Todos podem um dia dizer que o que fizeram, fez a diferença. Um publicitário.nem com muito esforço. É a profissão mais inútil que existe (depois de ser cliente, mas entramos no mesmo círculo de inutilidades). Há 100 anos não existia a praga do marketing e ninguém sentia falta. Se amanhã um vírus mortal que se espalha através de layouts matar 99% da população de publicitários do mundo sabe o que acontece? Nada. Ninguém vai sentir falta. O mundo vai até ficar mais bonito e divertido sem aquela poluição visual toda e sem aquelas coisas chatas entre os programas de TV e notícias de jornal. Bom, você continua lendo. É, eu não imaginava outra coisa de alguém que não tem nada melhor pra fazer da vida e vai tentar fazer carreira em publicidade. Mas você deve estar se perguntando (ou não, mas sabe como é, publicitário adora achar que pensa que sabe o que os outros pensam): se eu acredito em tudo isso que eu escrevi, porque é que EU não desisto? E quem foi que disse não? Eu desisti. Só que eu demorei anos pra perceber aquilo que, espero, você tenha percebido só lendo esse monte de besteiras que eu escrevi. Mas como você é muito esperto e sabe que com você vai ser diferente, boa sorte. Eu vou aproveitar minha vida. Espero que daqui a alguns anos você possa aproveitar a sua. Davi Amarante Copiado por someone 12h52 PELOTÃO DE ELITE
A vodka ou vodca, como grafamos em português, é uma "aqua vitae" cuja origem a Rússia e a Polônia disputam. Talvez nunca cheguem a um acordo. Mesmo assim, embora o nome seja derivado do polonês woda (pequena água), os historiadores tendem a crer na origem russa. O nome da bebida apareceu pela primeira vez no século XVI, para denominar um produto elaborado com técnicas de destilação desenvolvida na Pérsia. Combatida pelo clero desde o início, era consumida como remédio devido a seus "poderes mágicos". A Suécia não teve grande participação nessa primeira fase, porém no começo, a exemplo da Polônia, lá também a vodca era usada para fins medicinais. Tecnicamente, é um álcool retificado de grãos. Também pode ser obtida pela destilação de centeio e de beterraba. Mas, na prática, qualquer produto agrícola pode servir para elaborá-la, contrariando a crença popular de que todas são feitas de batata. O spirit retificado, completamente insípido, tem graduação alcoólica que pode atingir 96 graus centígrados. Depois de alongada com água para reduzir a graduação até 40 a 50 graus, a solução é filtrada em carvão de madeira de bétula para não alterar as características. Muitas são aromatizadas com ervas ou frutas. A exemplo da grappa, que ganhou novo status depois de velha, as vodcas sofisticadas chamadas premium surgiram nos anos 1970 com a russa Sotolichnaya, feita de pura água glacial e trigo em vez de outros grãos inferiores. Na mesma categoria apareceu, pouco depois, a sueca Absolut. Em 1990, a vodca premium foi elevada a um nível ainda superior, o superpremium, com a chegada da Stolichnaya Cristall, seguida da Smirnoff Black. Mais recentemente a Cristall foi substituída pela Gold. Essas vodcas, macias e puras, são feitas em alambiques de cobre que destilam lentamente os grãos de trigo fermentados. O processo termina com a filtragem, em várias etapas. A Absolut, a Stolichnaya e a polonesa Wyborowa são as mais conhecidas desse grupo de elite. Além da Rússia e da Polônia, atualmente outros países fabricam a vodca, entre eles o Brasil. Nos Estados Unidos, uma das mais famosas é a Teton Glacier Potato Vodka, feita com batatas de Idaho; no Canadá, a mais famosa é a Pepper Pot Vodka, produzida com infusão de pimentas vermelhas que permanecem inteiras na garrafa; e, na Holanda, a marca mais reputada é a Ketel One, de trigo. A melhor maneira de apreciar uma boa vodca é colocá-la no congelador. A garrafa pode ser rodeada de gelo. Ela é excelente para escoltar peixes defumados e, principalmente, o caviar. Como ingrediente de coquetéis, é a alma do bloody mary e do vodca martini, o drinque favorito de James Bond. Ele alterou a receita consagrada trocando o gim pela vodca. Como o famoso personagem é conhecido pelo gosto refinado, deve ter tido boas razões para isso. Matéria publicada na edição 144 da Revista Gula - Outubro/2004 Copiado por someone 16h57 Let me kiss youMorrissey There's a place in the sun for anyone who has the will I zigzagged all over America Close your eyes. But then you open your eyes, Copiado por someone 23h33 Celular é a mãeFolha de São Paulo, Segunda-Feira, 09 de maio de 2005. Caderno, Opinião. VINICIUS TORRES FREIRE SÃO PAULO - Houve um tempo em que escolas molestavam as crianças a aprender uma cançoneta medonha para o dia das mães, musiquinha que tratava de um "avental todo sujo de ovo" como virtude materna. Presente de mãe, o comércio marquetava, eram máquinas de costurar, lavar, secar, cozinhar e outros confortos modernos de cozinha e área de serviço. Agora, na publicidade, mães parecem em ansiedade histérica se não ganharem tal e qual celular. Prefiro cozinhar e sujar meu avental de ovo a ser perseguido por celulares, mas a maioria das gentes gosta da maquininha. Neste ano, haverá tantos celulares no país como metade dos brasileiros. Há 5,5 milhões de carros em São Paulo e 8,5 milhões de celulares. Orelhas, cérebro e o tempo das pessoas estão congestionados. Por que as pessoas gostam tanto desse telefone? O celular é um brinquedão. Já podemos carregar um microcomputador de mão com radiola eletrônica (MP3, iPod), máquina de fotos, joguinhos, miniTV, celular com programa de controle e espionagem dos filhos e toda a tralha nova que vierem a inventar. O celular ainda ajuda o sujeito a ser mais produtivo no trabalho, a arrumar mais negócios. Mas o auxílio à superexploração do trabalho explica a popularidade? Como os sociólogos diziam antigamente, o celular talvez seja quase um fato social total. Talvez seja tão popular por ser um elemento de status. Há apenas três ou quatro faixas de consumo de carros, por exemplo. Roupas diferem cada vez menos as gentes, ainda mais em tempos de andrajos "street fashion" e informalidade crescente. O celular estratifica muito mais. Há modelos de dezenas a milhares de reais. O seu tira foto? O meu filma, dança quando toca e massageia a orelha. Mas o que a maquineta parece satisfazer mesmo é a atualíssima ansiedade narcísica e infantil de ser atendido e ouvido, sem mais, a qualquer hora. Atenua a solidão, a miséria da subjetividade e das mentes que não sabem o que fazer em silêncio reflexivo, oferecendo fofoca, fetiches e relíquias vulgares em forma de fotos inúteis, música ruim e/ou mal ouvida. Sozinha, a maioria das pessoas parece não se suportar. Copiado por someone 14h52 Eu prefiro a noiteOntem foi um dia bastante, digamos que interessante.. pra mim. Tudo começou inocentemente, apenas 30 min de conversa assistida, até que esses 30 minuntos se extenderam e viraram 4 horas. Os terapeutas iam gostar muito do que houve ontem, enquanto um assistia e falava o outro apenas ouvia e agia com gestos. Tudo que houve foi muito bom, embora a gripe tenha prejudicado um pouco. Mas de certa forma foi também muito triste, é ruim sentir saudade de alguém mesmo conversando com essa pessoa, desejar a presença dela e não cansar de pensar como seria uma noite muito mais agradável com a sua presença não só vocal mas fisica. De qualquer forma, fico feliz que tivemos essa noite, e fico mais feliz ainda por adora-lo a cada dia que passa. Copiado por someone 19h08 Post que nunca irei postarAs vezes a nossa auto-estima fica tão alta, que achamos que somos lindas, inteligentes, com bom gosto, e com qualidades que não é comum achar em mulheres. Enfim, achamos que somos únicas e que qualquer homem daria o mundo pela gente. Até que a gente conhece um homem que nos primeiros dias parece demonstrar interesse e passamos a nos sentir femme fatale pensando que conseguimos deixar ele aos nossos pés e isso sem sequer gostar muito dele. Quando, de repente, o jogo dá uma virada, descobrimos que ele tem namorada ou é perdidamente apaixonado por outra garota. O nosso mundo acaba e a auto-estima fica com saldo negativo. Logo, damos um jeitinho de descobrir quem é essa garota, e vemos que ela não tem muito em comum com ele, não é tão bonita, não tem uma inteligencia extraordinária como a nossa, e suas qualidades são comuns entre as mulheres. É claro que ao pensar isso nós logo notamos que a coisa não estava tão controlada assim, vemos que talvez nós estivessemos gostando dele. Imediatamente a relação acaba mas nosso mundo desaba, dá um desanimo, achamos que nunca mais iremos achar um homem como aquele e nos lamentamos profundamente pensando se em algum momento nós tivemos a chance de ocupar esse lugar mas deixamos ela passar por causa do falso poder que achavamos que tinhamos. E quem acaba pagando pelas nossas ilusões, confusões e sensação de poder são os homens. Durante o estado de desintoxicação nós passamos a odia-los profundamente, temos raiva de ver qualquer homem e se passa um casal de namorados na sua frente a vontade é de dar rasteira. A sorte disso tudo é que depois sempre esquecemos, até que aparece outro. Copiado por someone 17h09 RejeiçãoEu me dou bem com rejeição. Não exijo muito, apenas que me rejeitem nas primeiras semanas. Sou como um órgão transplantado, se não é rejeitado nas primeiras semanas, o risco de poder ficar com ele mesmo que por pouco tempo, é maior. As primeiras vezes eu sempre procuro ver de uma forma externa, sem nenhuma tendencia a ter sentimentos envolvidos. O que facilita bastante um término amigável. Depois de um tempo as emoções começam a evoluir involuntariamente. Um dos sintomas é a saudade, sorriso constante no rosto e pensamento aéreo. Depois disso, a rejeição começa a ficar um pouco dolorida, e qualquer término vai ter sua dose de tristeza. Logo, esse post é só uma dica para as pessoas. Se você começa algo que talvez não dê certo da sua parte. Não pense em adiar para terminar, achando que vai ficar mais fácil para a outra pessoa. Nesse caso o melhor a fazer é conversar e acabar quanto antes melhor. Copiado por someone 14h42 Dez coisas que levei anos para aprenderLuís Fernando Veríssimo
Copiado por someone 11h08 Alckmin tunga um AeroLula a cada 266 diasFolha de São Paulo ELIO GASPARI O tucanato paulista consumou um cruel estelionato eleitoral. Aos fatos: Em maio do ano passado, a Prefeitura petista de São Paulo criou uma nova modalidade de tarifa de transporte público. Chamou-se "Bilhete Único" e, com ele, um cidadão pode andar de ônibus por duas horas ao preço de R$ 1,70. Não importa a quantidade de vezes que embarca nem o sentido em que viaja. O número de viagens diárias feitas com o bilhete único já bateu a casa do milhão. Enfim, uma boa notícia no andar de baixo de uma cidade onde, em 2003, 100 mil pessoas faziam a pé, todos os dias, percursos de mais de uma hora de duração. Durante a campanha eleitoral essa iniciativa foi um dos estandartes da administração petista. No dia 27 de outubro, dias antes do segundo turno da eleição, o programa de televisão do candidato tucano José Serra informava: "Com Serra na prefeitura o bilhete único será estendido ao trem e ao metrô". Menos de duas semanas depois da posse de Serra, o governador Geraldo Alckmin, candidato à Presidência da República, impôs um aumento de tarifas anti-social. Suprimiu descontos que beneficiavam a patuléia. As passagens de trem e metrô passaram de R$ 1,90 para R$ 2,10. O doutor Alckmin reclamou da compra do AeroLula, mas, com essa tunga, a cada 266 dias ele toma da escumalha paulistana um ervanário equivalente ao preço do avião do companheiro. A conta: estimando-se que a cada dia são comprados 3 milhões de bilhetes na rede estadual, o aumento de R$ 0,20 rende R$ 600 mil. O AeroLula custou R$ 160 milhões. Com uma diferença: os impostos que pagam o Airbus saem do andar de baixo e do andar de cima. O aumento das passagens de Alckmin só avança no bolso de quem tem menos. Pode-se argumentar que os aumentos de tarifas são necessários para manter o equilíbrio financeiro das empresas. Tudo bem. O aumento de 10,5% para o trem e o metrô, e de 14,8%, na média, para os ônibus intermunicipais ficou abaixo da inflação dos últimos dois anos, que passou dos 16%. No ano eleitoral de 2004, as tarifas ficaram congeladas. No de 2006, deverá acontecer o mesmo. O estelionato tucano expressa-se numa segunda característica do aumento. Um partido que prometia a extensão do bilhete único praticou o oposto: restringiu o pequeno desconto que oferecia, usufruído por cerca de 50% dos usuários. Os passageiros da rede de transporte dos tucanos pagavam R$ 3,60 pelo bilhete que cobria duas viagens. (Uma economia de R$ 0,10 por percurso.) Alckmin simplesmente confiscou a vantagem. Para quem compra bilhetes de dez viagens, mordeu-se metade do desconto. Era de R$ 2 e passou a R$ 1. Não se trata de ter esquecido uma promessa eleitoral. O PSDB prometeu uma coisa e fez o contrário. Prometeu transporte mais barato e deu transporte mais caro, tungando descontos. Alckmin e sua ninhada tucana devem achar que os cartões de crédito também são "bilhetes únicos". Afinal, com um único cartão pode-se comprar uma roupinha na Daslu, um carrinho na revendedora da Audi e sandálias Havaianas personalizadas no shopping Iguatemi. Como tucano não anda de ônibus, a confusão é compreensível. Copiado por someone 10h22 Blue miss sunday
As vezes eu tento me expressar mas não consigo, tudo que sai são algumas palavras que fazem parte de uma música, mas acho que elas são o suficiente. Entretanto, eu acho muito presunçoso se apossar de uma música e se sentir descrita por ela, afinal, qual a melhor forma de se mostrar se não com suas próprias palavras? Então porque se apossar de algo que foi escrito e vivido por outra pessoa? Mas não sei, esse foi um post onde desabafo as minhas tempestades internas e não copio nada. Copiado por someone 22h55 CavityChristian Death Let's Skirt the issue of Discipline Copiado por someone 21h53 And All That Could Have BeenNine Inch Nails Breeze still carries the sound Ice is starting to form Please Please Copiado por someone 20h38 |
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nome: Someone idade: Old enough localização: Brasil Bravo! Trópico Uol Nomínimo VIP {O objetivo desse blog é copiar os textos interessantes que vagam pela internet, dando suas devidas fontes.} design by: crystyx Arquivos
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